terça-feira, 10 de maio de 2011

O uso da história não traz surpresas. Ele (o historiador) já viu tudo. Sabe que forças constantes e imutáveis irão resistir à verdade e ao propósito superior. Qual a fraqueza, divisão, excesso que irá prejudicar a causa superior. A esplêndida plausibilidade do erro, o inebriante poder de atracção do pecado. E por força de que adaptação a motivações inferiores as boas causas são bem sucedidas [...] A história não é uma teia tecida por mãos inocentes. Entre todas as causas que degradam e desmoralizam os homens, o poder é o mais constante e activo. 
Lord (John) Acton, in 'Lectures on Modern History'



besos.