quinta-feira, 15 de julho de 2010




E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.

Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que
meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.

Deixei de me importar com quem ganha ou perde.
Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.

Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de"amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "
o amor é uma filosofia de vida". 
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.

Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os
sonhos existem para tornar-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar...
simplesmente durmo para sonhar.
Walt Disney
besos.

amelie


 Ela parece distante... talvez seja porque está pensando em alguém.

- Em
alguém do quadro?

- Não, um garoto com quem cruzou em algum lugar, e sentiu que eram parecidos.

- Em outros termos, prefere imaginar uma relação com alguém ausente que criar laços com os que estão presentes.

- Ao contrário, talvez tente arrumar a bagunça da vida dos outros.

- E ela? E a bagunça na vida dela? Quem vai pôr ordem? 

Trecho do Filme-O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

besos.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

como faz?

Sabe quando tudo naquilo em que acreditavas vai por água a baixo?
Quando tudo aquilo que era firme e sólido se torna pó?
E aquela razão de viver já não é mais a mesma?


é me sinto assim..


besos.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

alegria lê-se nos olhos

A felicidade é um estado permanente que não parece ter sido feito, aqui na terra, para o homem. Na terra, tudo vive num fluxo contínuo que não permite que coisa alguma assuma uma forma constante. Tudo muda à nossa volta. Nós próprios também mudamos e ninguém pode estar certo de amar amanhã aquilo que hoje ama. É por isso que todos os nossos projectos de felicidade nesta vida são quimeras. 
Aproveitemos a alegria do espírito quando a possuímos; evitemos afastá-la por nossa culpa, mas não façamos projectos para a conservar, porque esses projectos são meras loucuras. 
Vi poucos homens felizes, talvez nenhum; mas vi muitas vezes corações contentes e de todos os objectos que me impressionaram foi esse o que mais me satisfez. Creio que se trata de uma consequência natural do poder das sensações sobre os meus sentimentos. A felicidade não tem sinais exteriores; para a conhecer seria necessário ler no coração do homem feliz; mas a alegria lê-se nos olhos, no porte, no sotaque, no modo de andar, e parece comunicar-se a quem dela se apercebe. Existirá algum prazer mais doce do que ver um povo entregar-se à alegria num dia festivo, e todos os corações desabrocharem aos raios expansivos do prazer que passa, rápida mas intensamente, através das nuvens da vida? 


Jean-Jacques Rousseau, in 'Os Devaneios do Caminhante Solitário'


besos
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quinta-feira, 1 de julho de 2010

frase

Particularmente gosto bastante dessa frase tirada do livro: O Brasil Tem Estilo? de Ruth Joffily.


“Se você acha um hipopótamo calmo, afetuoso, bonito, e de andar elegante, como eu vou discordar disso? (...) Não há, racionalmente, como discordar do seu gosto a não ser que usasse um expediente ilícito, tentar intimidá-lo intelectualmente. Nesse caso prefiro ficar com o que pensa a filosofia alemã: o que se implica um gosto não deve ser estudado na universidade porque não é científico. E mais ainda com o pensamento Kantiano de que ‘a estética é o domínio de continente sem nenhuma lei’” 
(Waldenyr Caldas)


besos
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